O sexto capítulo da série The Last of Us; impressões. Por Pedro Zambarda

Bem-vindo a Jackson

A série série The Last of Us

A série série The Last of Us. Foto: Divulgação

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos.

CONTÉM SPOILERS.

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A série série The Last of Us

A série série The Last of Us. Foto: Divulgação

Para quem jogou The Last of Us Part 2, como é bom revisitar Jackson, que está presente no primeiro game, nesta altura da série. E o sexto capítulo mais do que prova que a presença dos infectados é secundária. O que imposta é o drama humano protagonizado por Joel Miller e Ellie.

Bella Ramsey brilha ao mostrar que seu relacionamento com o personagem bem interpretado por Pedro Pascal é mais profundo, contraditório e humano. O encontro de Joel com o irmão Tommy também o desarma.

Tommy está fora dos Vaga-Lumes, com a esposa grávida e uma vida sedentária em Jackson, enquanto seu irmão vive sob a sombra da morte da própria filha.

É muito bom quando é falado que Jackson vive uma espécie de “comunismo” pós-pandemia, de uma comunidade que realmente se ajuda, uma comuna. Uma crítica clara ao capitalismo.

O clímax do episódio é uma reprodução, quadro a quadro, do videogame, do diálogo em que Ellie afirma para Joel que “não é sua filha”.

A contradição das palavras se mostra pelo amor e pelo afeto que os dois têm, mesmo sendo absolutamente estranhos um para o outros.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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