Kojima fez uma crítica aos videogames em Death Stranding 1. Por Pedro Zambarda - Drops de Jogos

Kojima fez uma crítica aos videogames em Death Stranding 1. Por Pedro Zambarda

Review revisitando o game

Hideo Kojima e seu Death Stranding. Foto: Reprodução/Instagram/Montagem Pedro Zambarda/Drops

Hideo Kojima e seu Death Stranding. Foto: Reprodução/Instagram/Montagem Pedro Zambarda/Drops

Por Pedro Zambarda, editor-chefe.

Há cinco anos, eu escrevi uma resenha sobre Death Stranding 1 comparando os eventos fictícios do game solo de Hideo Kojima com os acontecimentos trágicos da pandemia do novo coronavírus. O texto ajudou em um roteiro na TV Cringe, canal de mini-docs do Meteoro Brasil.

Faltando uma semana para o lançamento de Death Stranding 2 On The Beach, eu estou rejogando o primeiro Death Stranding e verificando as críticas que Kojima, recém-saído da Konami e da franquia Metal Gear, sendo colocadas explicitamente na tela. Chamado de “jogo do Uber” ou “jogo do entregador”, o primeiro DS contestava paradigmas dos jogos.

Não há muita violência no jogo, exceto nos combates com bosses obrigatórios. A navegação é o foco principal do primeiro game. Ele parece uma revisita de Hideo Kojima para suas origens, como Mario de Shigeru Miyamoto e a indústria dos videogames nos anos 1980.

As falas finais desse primeiro game inclusive brincam com a jornada do Jumpman [Mario] atrás de sua Princesa Peach.

Não são as melhores linhas de diálogo, o que mostram alguns dos pontos fracos de Kojima enquanto desenvolvedor de jogos. Mas são essas críticas que tornam esse primeiro game único. Além da premissa de não se importar tanto assim com a história, o enredo, o plot. Death Stranding 1 é um game para se sentido.

Aparentemente On The Beach, sua sequência, vai acabar se voltando mais para aspectos comerciais, com mais violência, conflitos e combates no universo entre vivos e mortos.

No entanto, Death Stranding 2 não tira o encanto da exploração do 1. Pelo contrário. Talvez realce suas boas propriedades enquanto um game crítico.

Hideo Kojima e seu Death Stranding. Foto: Reprodução/Instagram/Montagem Pedro Zambarda/Drops

Hideo Kojima e seu Death Stranding. Foto: Reprodução/Instagram/Montagem Pedro Zambarda/Drops

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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