Justiça ordena prisão preventiva de assassino da gamer morta por misoginia

Caso de feminicídio no meio gamer

Justiça ordena prisão preventiva de assassino da gamer morta por misoginia. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) converteu a prisão em flagrante de Guilherme Alves Costa em preventiva.

O encarceramento não tem sem previsão de soltura. Ele permanecerá detido até o julgamento. O TJ também pediu um laudo psiquiátrico para avaliar em quais condições o rapaz poderá ser julgado.

Guilherme Alves Costa, desempregado de 18 anos, confessou ter matado a facadas Ingrid Oliveira Bueno da Silva, de 19 anos. Ingrid era uma jogadora de nível profissional de Call of Duty Mobile, conhecida no universo gamer como Sol. Ela fazia parte do grupo FBI E-Sports. Esse caso é investigado pela 87º Distrito Policial. Segundo a Polícia Civil, Guilherme confessou o crime e disse ter planejado a ação. A polícia indiciou o rapaz por homicício qualificado por motivo fútil. A investigação vai periciar celulares do autor do crime e da vítima para apurar qual era o tipo de relacionamento dos dois.

O sepultamento de Ingrid “Sol” Oliveira Bueno da Silva ocorreu no Cemitério da Vila Nova Cachoeirinha, também na zona norte, na quarta-feira (24). Parentes e amigos da vítima optaram por não falar com a imprensa.

Com informações do site Metrópoles.

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